Chamada para discutir atuação da mídia nacional
Psicólogos discutem atuação da mídia nacional
Mahantan Plaza Hotel, Brasília — DF Fonte: http://comunica.pol.org.br
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) pretende contribuir para a discussão sobre a mídia nacional, desvendar os mistérios que escondem a verdadeira face e os interesses dos veículos de comunicação. Para isso, promove entre os dias 23 a 25 de julho, em Brasília, o “Seminário preparatório para a Conferência Nacional de Comunicação: Contribuições da Psicologia”.
Os psicólogos do Judiciário estão convidados a contribuir com este debate. Hoje o Sindjus, várias entidades e movimentos sociais estão lutando pela realização da Conferência Distrital de comunicação, para ampliar a discussão sobre a mídia, reunir propostas e sugestões de toda a sociedade, dos movimentos engajados e levá-las para a I Conferência Nacional de Comunicação.
O Conselho Federal e Regionais de Psicologia tem grande interesse e luta pelo controle social da mídia, instrumento essencial para promoção de uma comunicação democrática no Brasil. Os meios de comunicação pautam o diálogo no relacionamento das pessoas, o Sistema Conselhos de Psicologia julga necessário um controle rigoroso desses veículos por parte da sociedade.
O principal objetivo do Seminário é preparar psicólogos para atuarem como delegados nas etapas da Conferência e também fortalecer e embasar as discussões de conteúdo na mesma.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Aula 2 - Terça-feira 05 de janeiro de 2010
Nesta aula assistimos ao Filme "A Onda". O filme é baseado em uma história real ocorrida na Califórnia em 1967, em Palo Alto. Um professor de ensino médio, acostumado a trabalhar com seus alunos a disciplina de Anarquia, que meio a contra gosto, teve que, naquele período letivo ensinar autocracia (auto poder - uma pessoa dominando uma massa).
O professor resolve aplicar na prática sua teoria, em forma de experimento. Suas aulas passam a ser dramatizadas, onde através da democracia escolhem um líder, que passa a "dirigir à turma”. A turma começa a ser chamada de "A Onda". Eles escolhem o lema “força pela disciplina” e percebem que a união faz o poder. Os alunos começam a quebrar pequenos grupos e excluir quem não participa da "unidade", quem não segue as regras e normas impostas. Embora o grupo elimine as diferenças sociais, raciais e culturais não aceitam quem está fora do movimento, os que participam geram a unidade. A eliminação das diferenças se dá com a utilização de uniformes (camisas brancas), utilização de símbolos, cumprimentos e regras próprias. O movimento vira objetivo de vida para alguns alunos e torna-se descontrolado.
A onda não se forma sozinha, são necessárias muitas gotas para formar uma onda, e necessárias também muitas pessoas para se formar um movimento. As massas têm poder, os grupos têm poder. As políticas públicas têm muito a ver com o controle social e com a psicologia. Hoje em dia ainda vivemos e convivemos com modelos ditatoriais e autocráticos disfarçados de democracia. A mídia em minha opinião é um destes movimentos. O poder da mídia não é distribuído de forma pública, são pequenos grupos que retém seu poder, o controle das massas. E São estes assuntos que devem ser debatidos em fóruns e congressos.
Sabemos que os direitos humanos, e também a psicologia (além de muitos outros campos de atuação social e política) têm trabalhado e se empenhado muito para garantir os direitos humanos e o cuidado em se tratando de mídia. Porém muito ainda deve ser trabalhado.
Segue texto do psicólogo Dr. Raymundo Lima, que é mestre e especialista na àrea escolar, comentando sobre o filme "A Onda" na revista Espaço Acadêmico. (Boa Leitura)
http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm
O professor resolve aplicar na prática sua teoria, em forma de experimento. Suas aulas passam a ser dramatizadas, onde através da democracia escolhem um líder, que passa a "dirigir à turma”. A turma começa a ser chamada de "A Onda". Eles escolhem o lema “força pela disciplina” e percebem que a união faz o poder. Os alunos começam a quebrar pequenos grupos e excluir quem não participa da "unidade", quem não segue as regras e normas impostas. Embora o grupo elimine as diferenças sociais, raciais e culturais não aceitam quem está fora do movimento, os que participam geram a unidade. A eliminação das diferenças se dá com a utilização de uniformes (camisas brancas), utilização de símbolos, cumprimentos e regras próprias. O movimento vira objetivo de vida para alguns alunos e torna-se descontrolado.
A onda não se forma sozinha, são necessárias muitas gotas para formar uma onda, e necessárias também muitas pessoas para se formar um movimento. As massas têm poder, os grupos têm poder. As políticas públicas têm muito a ver com o controle social e com a psicologia. Hoje em dia ainda vivemos e convivemos com modelos ditatoriais e autocráticos disfarçados de democracia. A mídia em minha opinião é um destes movimentos. O poder da mídia não é distribuído de forma pública, são pequenos grupos que retém seu poder, o controle das massas. E São estes assuntos que devem ser debatidos em fóruns e congressos.
Sabemos que os direitos humanos, e também a psicologia (além de muitos outros campos de atuação social e política) têm trabalhado e se empenhado muito para garantir os direitos humanos e o cuidado em se tratando de mídia. Porém muito ainda deve ser trabalhado.
Segue texto do psicólogo Dr. Raymundo Lima, que é mestre e especialista na àrea escolar, comentando sobre o filme "A Onda" na revista Espaço Acadêmico. (Boa Leitura)
http://www.espacoacademico.com.br/065/65lima.htm
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